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DRONES MILITARES DOS EUA USA IA DA GOOGLE

DRONES MILITARES DOS EUA USA IA DA GOOGLE
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A Google fechou uma parceria com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos para ajudar a agência do governo a desenvolver uma inteligência artificial com o objetivo de identificar objetos mostrados em vídeos capturados por drones. O projeto sofreu diversas críticas de funcionários da companhia, de acordo com o Gizmodo.

A tecnologia de inteligência artificial do Google está sendo usada pelo Departamento de Defesa dos EUA para analisar imagens de drones, iniciativa rara e controversa de uma empresa que antes limitava a colaboração com militares.

Uma porta-voz do Google informou que a empresa oferece suas interfaces de programação de aplicativos (APIs, na sigla em inglês) TensorFlow para um projeto piloto com o Departamento de Defesa para ajudar a identificar automaticamente objetos em dados não classificados.

 

Drones Militares em Parceira com a Google nos USA

 

As APIs são regras baseadas em software que permitem a comunicação de programas de computador. A TensorFlow é um popular conjunto de APIs e outras ferramentas com recursos de IA ( Inteligência Artificial ) como aprendizagem de máquinas e visão por computador.

O recurso faz parte de um contrato recente do Pentágono envolvendo a unidade de nuvem do Google, que busca tirar mais investimentos do governo das líderes em computação na nuvem Amazon.com e Microsoft. O Google, da Alphabet, apresenta propostas para contratos federais e fornece alguns equipamentos aos militares, mas tem se mostrado sensível em relação ao uso de sua tecnologia.

Drones Militares em Parceira com a Google nos USA

 

 

GOOGLE COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL CRIOU UM COMITÊ DE ÉTICA

 

“A tecnologia sinaliza imagens para análise humana e serve apenas para uso não ofensivo”, disse a porta-voz do Google. “O uso militar de aprendizagem de máquina naturalmente levanta preocupações válidas. Estamos discutindo ativamente esse importante tópico internamente e com os demais e continuamos desenvolvendo políticas e defesas em relação ao desenvolvimento e uso de nossas tecnologias de aprendizado de máquina.”

Depois de comprar a empresa especializada em IA ( Inteligência Artificial ) DeepMind, em 2014, o Google criou um comitê de ética para garantir que não houvesse  abuso de sua tecnologia. Ao adquirir uma série de empresas de robótica, tirou uma delas, a Shaft, de uma concorrência do Pentágono. Após a aquisição da Skybox, o Google cancelou alguns dos contratos da startup de satélites relacionados a defesa e depois acabou vendendo o negócio.

As informações a respeito do projeto piloto do Google com o Project Maven do Departamento de Defesa foram compartilhadas em uma lista de correspondência interna da empresa, na semana passada, e alguns funcionários do Google ficaram indignados pelo fato de a empresa ter oferecido recursos aos militares para tecnologias de vigilância envolvidas nas operações com drones, segundo publicação anterior do Gizmodo.

A atitude do Google em relação ao trabalho com os militares pode estar mudando em um momento em que seu negócio de computação em nuvem concorre com AWS, Microsoft e outras rivais. O governo dos EUA já é um grande cliente de computação em nuvem e o Pentágono está recorrendo ao setor de tecnologia em busca de novas ferramentas e estratégias, inclusive de IA.

 

Drones Militares em Parceira com a Google nos USA

 

A informação veio de um e-mail compartilhado internamente da Google e se referia a uma parceria para o Projeto Maven do Pentágono, em que a empresa ofereceria recursos para tecnologia de vigilância militar. Ainda, segundo fontes, nesta lista de e-mails houve discussão sobre se o projeto fere questões éticas de desenvolvimento e uso de machine learning.

 O Maven é um projeto criado em abril de 2017 cuja descrição oficial é de “acelerar a integração do Departamento de Defesa com big data e machine learning”. A proposta inicial era de utilizar a tecnologia para seleção de imagens coletadas por drones. Segundo relatório de julho de 2017 do Center of New American Security, a quantidade de imagens produzidas era tamanha que se tornava impossível para que um ser humano pudesse analisá-las. Assim, o objetivo do projeto era de automatizar a detecção de objetos capturados pelas lentes em 38 categorias.

A Google disse em comunicado que está provendo ao Departamento de Defesa as APIs TensorFlow, as quais são usadas para ajudar militares a detectar objetos em imagens por machine learning. Contudo, o comunicado reforçou que a empresa está trabalhando em “desenvolver políticas e proteções” sobre o uso destas tecnologias. “A tecnologia aponta imagens para revisão humana e isso é para uso não agressivo apenas”.

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